Rede social “só para bonitos” chega à Itália

Será lançada em breve, na Itália, a ‘Beautifulpeople.net’. uma rede social criada na Dinamarca em 2002, que só aceita pessoas “bonitas”, criando uma espécie de ditadura da beleza, segundo a agência Ansa. A rede tem 120 mil integrantes em todo o mundo. Ela funciona com regras que definem os usuários aptos ou não, a partir de critérios de beleza. Para se inscrever, a pessoa precisa colocar uma foto na própria página. Então, os outros participantes votam, baseando-se na aparência e no currículo para decidir se a pessoa pode ou não ficar na rede.

Site de namoro reúne pessoas com QI alto

O site de namoro IntelligentPeople traz uma proposta diferente para quem está atrás de um bom par para se relacionar: apenas pessoas inteligentes, com alto QI, podem utilizar o serviço. Para garantir o cumprimento do objetivo do site, um teste de QI é aplicado logo após a inscrição via e-mail, excluindo todos que não fizerem parte dos 15% da população rotulados como altamente inteligentes. O teste de QI formulado pelo site inclui problemas como testes de percepção com fotografias, questões matemáticas e perguntas sobre lingüística. O endereço do site é http://www.intelligentpeople.com/us/

Os presentes mais procurados para este Natal

O site Lista 10 as melhores e piores listas do mundo traz a lista dos 10 presentes mais procurados para este natal. O site traz também links para cada produto, onde você confere as melhores ofertas com os preços mais baixos da internet. Veja a lista:
1º. Playstation 3
2º. Nintendo Wii
3º. Xbox 360
4º. Celular
5º. Câmera digital
6º. Notebook
7º. Bicicleta
8º. Dvd
9º. Monitor
10º. Smart Phone

Terras férteis: um atrativo no Brasil para a China

O chefe da câmara de comércio nas relações Brasil-China, Charles Tang, explica: Diferentemente da China, a maioria do território brasileiro consiste em terras férteis que poderiam estar sendo cultivada e ainda é subutilizada. As empresas chinesas que quiserem ter compromisso de investimento de longo prazo e comprar terras agricultáveis terão retornos financeiros saudáveis!

Estrangeiros compram terras agricultáveis no Brasil

O Brasil tem uma área agricultável de 388 milhões de hectares. Uma área que é 16 vezes maior que o Reino Unido. o país que mais produz soja, açúcar, café, carne, e frango do mundo. A maior parte dos investimentos no setor vem de empresas privadas nacionais; mas, já há investidores internacionais no mercado. O grupo japonês Mutsui comprou 100 mil hectares brasileiros para produção de grãos. Representantes da Arábia Saudita recentemente visitaram o Estado do Tocantins e diplomatas iranianos também procuram terras brasileiras. Como resultado os preços do hectare já subiu 20% no último ano.

Países ricos buscam seguridade alimentar em terras alheias

Governos e empresas dos países ricos buscam terras em países em desenvolvimento para garantir o suprimento de alimento no futuro. Os investimentos vêm de todos os cantos, e os destinos também são os mais diversos. A empresa Coreana Daewoo Logistics anunciou planos de comprar terras em Madagascar. Os árabes de Abu Dhabi compraram um pedaço do Cazaquistão e outro do Sudão. O Kuwait busca campos de arroz do Camboja. Infelizmente, o comércio internacional de terras coloca em risco a atividade de pequenos produtores e aumenta o preço dos alimentos afetando os mais pobres do país que vende terras.

Os novos piratas do momento

A atividade de piratas volta a assustar os mares do mundo. Dessa vez os piratas vêm da Somália. A atividade começou em 1998 pela captura de pesqueiros, a qual fortaleceu financeiramente o grupo. Agora, de posse de armas e barcos rápidos, eles aterrorizam o golfo de Aden e o oceano Índico. Os piratas da Somália não matam reféns e apenas querem dinheiro. O grupo acredita que o que faz é legal dada a falta de um governo central para controlar os mares na Somália. O que fazemos é apenas cobrar o imposto por os navios usarem nossas águas, diz o chefe da organização pirata.

Merkel se opõe à entrada de Brasil e mais 7 nações no G8

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o ministro de Assuntos Exteriores do país, Frank-Walter Steinmeier, divergem sobre a conveniência da inclusão do Brasil e de mais sete nações no G8 (os sete países mais industrializados e a Rússia).Segundo a revista “Der Spiegel”, Merkel é contra a proposta de Steinmeier de ampliar o seleto clube para um G16, que “estaria em melhores condições de solucionar as tarefas globais do futuro”. Merkel mantém sua postura, defendida na Presidência rotativa da Alemanha, em 2007, de que o G8 não deve ser ampliado, salvo para “temas ou situações específicos.”

Candidatos a integrar o possível G16

Uma proposta que está sendo elaborada pelo Ministério de Assuntos Exteriores alemão contempla a inclusão no grupo de cinco países emergentes e de três nações islâmicas. O G8, formado por Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Japão e Rússia, também seria integrado por Brasil, China, Índia, África do Sul, México, Turquia, Egito e Indonésia. No documento, ainda em estado embrionário, destaca-se que a seleção, além do “equilíbrio geográfico”, deveria levar em conta o “número da população, o poder econômico e a capacidade de gestão política de um país”.


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