1) Segurança, com policiamento ostensivo e combate à guerrilha e ao narcotráfico; 2) Segurança jurídica, o governo oferece contrato de estabilidade; 3) Democracia e economia estáveis; 4) Poder de compra crescente, com crescimento de 12,3% da renda per capita; 5) Localização, portos nos oceanos Pacífico e Atlântico; 6) Mão-de-obra capacitada, com custo baixo; 7) Grandes oportunidades, território virgem em muitas áreas de investimento. Em 2007, o Governo está colocando à venda 20% das ações de sua estatal petroleira. Essas 7 razões asseguram um clima de confiança essencial para os investidores.
A Colômbia renasce para a modernidade
"As oportunidades de negócios na Colômbia são o segredo mais bem guardado da América Latina", segundo empresário chileno que investe no país. O PIB cresceu 6,8% em 2006, 2 pontos acima da média latino-americana. Em 2007, tudo indica que o indicador terá um bom desempenho também. O desembarque de capital estrangeiro também ampliou sua participação no PIB (4,7%). Grandes empresas brasileiras (Gerdau, Votorantim, Grupo Synergy) têm feito apostas altas. O risco-país caiu de 451 para 135, em 4 anos. O Governo tem aprovação de 70%. E exporta: petróleo, carvão, café, confecções e flores.
Biodiesel poderia incentivar agricultura familiar
Unidades da Petrobras, localizadas no RN, são as únicas do mundo que utilizam a semente da mamona para fabricar combustível. As UEB-1 e UEB-2, localizadas em Guamaré, têm capacidade de produzir 68 mil litros/dia de biodiesel, quantidade mais que suficiente para abastecer todo o RN. São necessárias 12 toneladas de sementes de mamona por dia, para essa produção. A saca de 50Kg é comercializada por R$ 32,00, o mesmo preço da Bahia. Segundo o engenheiro responsável, há grande quantidade de terras para o cultivo. Mas, ainda há muita resistência por parte da população local.
Matéria-prima: ácido graxo
O RN ganha uma indústria pioneira no Nordeste: a empresa Sabonáceos do Seridó Indústria Ltda. O produto fabricado: ácido graxo, resultante do processo da extração de óleos vegetais de sementes de oleoginosas, que gera uma borra na fase do refinamento do óleo bruto, que antes não era aproveitada. Anualmente, a empresa disponibilizará 3 mil toneladas de ácido graxo destilado no mercado. Para quem não sabe, essa é a matéria-prima de muitos shampos, fertilizantes e até para fabricação de biodiesel.
Micro e Pequenas empresas e as compras governamentais
As micro e pequenas empresas que participarem de licitações do Governo do Estado terão benefícios. A Governadora publicou Decreto que regulamenta o capítulo que trata das Compras Governamentais da Lei Geral. As MPEs terão tratamento "favorecido", simplificado e diferenciado, pelo menos para vender. Para receber, nunca se sabe… Apesar de existir uma Lei Federal que trata disso também: a famosa Lei de Responsabilidade Fiscal. Todavia, muitos empresários ainda reclamam das dificuldades que enfrentam nas vendas para órgãos públicos.
Segundo IBGE, custo elevado trava investimento em inovação
Os elevados custos, os riscos econômicos excessivos e a escassez de fontes de financiamento foram apontados como principais travas para as indústrias brasileiras investirem em inovação, segundo pesquisa realizada pelo IBGE. A proporção de indústrias que adotaram produtos e setores inovadoras se manteve estável em 33,4% entre 2003 e 2005.
Por um surfe ecológico
Mais leve, resistente e ecologicamente correta. Essa é a promessa do shaper Mário Fermínio (MF) para suas pranchas de surfe. Com duas fábricas (uma em São Paulo e outra em Santa Catarina), MF utiliza isopor e resina EPOXI para fabricar pranchas 100% recicláveis. Além de um processo produtivo que foi aprimorado de forma que o desperdício de material é mínimo, pranchas epoxi usadas e desgastadas são transformadas pela MF em um novo produto. Apesar de maior qualidade, técnica diferenciada e melhor performance ambiental as pranchas custam o mesmo daquelas produzidas de forma convencional.
Os efeitos do combate à corrupção
“Na Albânia, fiscais responsáveis pela coleta de impostos foram submetidos a um teste de integridade. Investigou-se, ainda, se o padrão de vida deles era compatível com o salário. Ao final, quase metade foi demitida. No ano seguinte, a arrecadação triplicou.” A afirmação é de Stuart Gilman, cientista político americano e Chefe do Programa Global da ONU contra a Corrupção. Imaginem o impacto de uma ação dessas no Brasil.


