É um exemplo do universo de negócios paralelos que a Copa do Mundo e a Olimpíada criarão no país. O empresário Carlos Wizard, dono da rede de escolas de inglês que leva seu sobrenome, passou a oferecer desconto de 70% nas mensalidades aos taxistas que exigem seus anúncios no vidro traseiro do carro. O principal alvo de Wizard são os carros lotados em aeroportos. Testada em Campinas, a ideia pode ser estendida por iniciativa do governo para todas as cidades envolvidas nos torneios. Se der certo, renderá um faturamento extra de R$ 36 milhões à rede.

De todas as deportações feitas em 2009, 21% foram de brasileiros, foram o grupo mais barrado no aeroporto de Barajas, em Madri, em 2009, segundo dados divulgados pelo Ministério do Interior da Espanha. No ano passado, de cada cinco estrangeiros barrados, um tinha passaporte brasileiro.