É um exemplo do universo de negócios paralelos que a Copa do Mundo e a Olimpíada criarão no país. O empresário Carlos Wizard, dono da rede de escolas de inglês que leva seu sobrenome, passou a oferecer desconto de 70% nas mensalidades aos taxistas que exigem seus anúncios no vidro traseiro do carro. O principal alvo de Wizard são os carros lotados em aeroportos. Testada em Campinas, a ideia pode ser estendida por iniciativa do governo para todas as cidades envolvidas nos torneios. Se der certo, renderá um faturamento extra de R$ 36 milhões à rede.
Os dados do governo indicam que 1.902 brasileiros foram impedidos de entrar na Espanha e deportados do aeroporto no ano passado, o total de 9.215 barrados.
A nacionalidade foi a mais impedida de entrar no país pelo segundo ano consecutivo, já que em 2008 os brasileiros também ficaram no topo da lista.


De todas as deportações feitas em 2009, 21% foram de brasileiros, foram o grupo mais barrado no aeroporto de Barajas, em Madri, em 2009, segundo dados divulgados pelo Ministério do Interior da Espanha. No ano passado, de cada cinco estrangeiros barrados, um tinha passaporte brasileiro.