Cientistas modificaram geneticamente uma criatura termofílica e anaeróbica, que batizaram de ALK2, para que ela produzisse mais e melhor etanol. Deu certo: além do alto rendimento, acabou que o etanol foi praticamente o único produto gerado pela bactéria. A descoberta traz um novo alento à busca por uma forma mais eficiente de produzir etanol. Além do baixo desempenho da produção atual, o desvio da produção de milho para a geração de combustível agrava a crise dos alimentos. Caso a experiência se torne prática, será possível fazer etanol a partir de qualquer planta. Isso ainda pode levar anos.

