A reportagem é da The Economist e traz 3 razões para prever que o efeito da bancarrota americana não será tão devastador no Brasil como nas crises mundiais anteriores.
1-A demanda doméstica está em alta. Apesar dos juros reais baterem em 7%, há uma avalanche de crédito que ajuda o crescimento econômico.
2-As exportações para os EUA representam menos de 20% do total e o restante está bem dividido entre Europa, Ásia e a América Latina.
3-O Brasil está menos vulnerável aos choques externos por combinar um Banco Central com autonomia e uma política de câmbio flutuante.




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